Após Shawn Mendes, 26, se apresentar no Lollapalooza Brasil na noite do último sábado (29), o hotel em que o artista está hospedado na capital paulista se transformou em um palco para receber fãs que torcem – de dedos cruzados – pela oportunidade de vê-lo. Seja pela janela do quarto ou, quem sabe, em uma das entradas do local, previamente já equiparadas com grandes de segurança, todas as possibilidades são válidas na hora de realizar um sonho.
Uma delas é Dora Giglio, 32, que o acompanha há 11 anos, e não mediu esforços para chegar cedo e garantir o seu espaço, mesmo após acompanhar a performance do canadense na edição brasileira do festival. “Eu não tenho hora para sair daqui. Só quando tiver a confirmação de que ele está em outro lugar ou que já foi embora”, brinca em conversa com à CNN.
“Em 2017, era para eu ter visto ele e não deu certo. Já em 2019, eu estava no fatídico dia em que a apresentação [no Brasil] foi cancelada. E aí, quando anunciaram que ele viria, eu falei: vou atrás. Estou aqui para tentar a sorte”, acrescenta.
Dora diz ainda que vê-lo de volta aos palcos, tão cheio de vida e brilho, após cinco anos, foi uma realização. “Ele não estava fazendo um show por fazer, ele estava aproveitando cada segundo com a gente, com os amigos. Realizado de ver as pessoas cantando músicas que foram singles em coro. Isso me deixou muito feliz”.
Jovanna Cardoso, 21, chegou no sábado (29), à tarde, segundos após o músico fazer a primeira aparição, antes do Lolla, e interagir com os fãs. “Fiquei muito brava comigo, e falei: ‘vou tentar de novo’”, conta ela que passou a noite na porta do hotel na companhia dos seguranças.
“Ele representa a minha infância e a minha adolescência. Ele foi um dos primeiros artistas que passei a acompanhar profundamente, que me fez entender melhor a indústria musical. Eu amo música, amo a música dele”, acrescenta.
Assim como a colega, Thayna Martim, 25, também não esteve no evento, mas virou a madrugada acordada, atenta a qualquer sinal. “É o primeiro artista que eu faço isso, mas foi bem tranquilo porque nos sentimos em segurança”, diz.
“Eu queria dizer para ele, que continuasse escrevendo as músicas. Por mais que, às vezes, ele não tenha noção ou não perceba, o que ele escreve e as coisas que ele faz, enquanto ser humano, inspira muita gente”, conta emocionada.
Após viajar 10 horas de ônibus, no trajeto de Belo Horizonte, Minas Gerais, até São Paulo, Sara Afonso de Souza, 25, foi feliz por vê-lo – de perto – no festival. No entanto, sonha em repetir a dose de carinho e receber um autógrafo do músico.
Com capinha de celular personalizada e uma foto, ela conta que, mesmo sem nenhum tipo de confirmação, optou em “seguir o coração”. “Eu fui praticamente direto para o Lolla e fiquei na grade. Encostei nele duas vezes. Não tem como explicar, sério. Eu estou em choque até agora. Quando falo disso, começo a chorar na hora”, recorda. “Hoje, passei em casa, quase não dormi e vim seguindo o meu coração”.
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